| Douglas Reis |
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| Deputado Sinval Malheiros e vice-prefeito de Pederneiras, Juarez Solana, visitaram Santas Casas da região, nessa segunda |
O deputado federal Sinval Malheiros (PV) visitou a região para anunciar a nova linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para socorro às Santas Casas de Misericórdia e hospitais filantrópicos.
“Essas entidades estão deficitárias e dependem de emendas, cuja liberação de verbas é demorada. É preciso algo mais urgente, justamente o que oferece o financiamento do BNDES”, aponta Malheiros, que visitou o JC nessa segunda-feira (9).
O político adianta que esteve na Santa Casa de Duartina ontem. “A instituição já solicitou R$ 3 milhões de empréstimo”. Segundo Malheiros, as Santas Casas de Agudos, Lençóis Paulista e Pederneiras solicitaram, cada uma, R$ 5 milhões.
“A Santa Casa de Pederneiras tem um déficit de, aproximadamente, R$ 400 mil. Precisa de reforma e investir em equipamentos”, observa o vice-prefeito do município, Juarez Solana de Freitas (PV), que acompanhou o deputado durante as visitas de segunda.
A previsão de liberação do benefício é em torno de 12 meses, diz Malheiros. “São 120 meses para pagar e juros de 1,2% ao mês. A carência foi de seis meses para um ano, o que considero um ganho importante para as entidades”, acrescenta.
Crédito
O BNDES Saúde, criado em 2010, apoia a modernização e melhoria da gestão das instituições de saúde filantrópicas certificadas, com mínimo de 60% de atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e a ampliação dos projetos de apoio de instituições de excelência ao desenvolvimento institucional do SUS, informou o BNDES, em nota enviada ao JC.
O subprograma Atendimento SUS tem duas vertentes: uma de investimentos e outra de reestruturação do endividamento bancário e com fornecedores, essa última condicionada a apresentação de um plano de reestruturação econômico-financeira.
Ainda em nota, o BNDES explica que, com vigência inicial até 30 de setembro deste ano, o programa foi renovado por mais três anos e teve a dotação orçamentária ampliada de R$ 2,5 bilhões para R$ 3,5 bilhões.
“Atualmente, o programa possui 63 operações em carteira, com R$ 1,867 bilhão comprometidos. Deste total, R$ 661,8 milhões destinam-se a 48 operações de reestruturação das dívidas bancárias e com fornecedores”, acrescenta a nota.
