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| Equilíbrio - É a busca de artistas como Jade Suhaila, cuja companhia de dança está à frente do evento |
Dança do ventre, folclore árabe, estilo tribal, dança polinésia, cigana e hula havaiana fazem parte da programação do “V Festival de Danças Árabes e Étnicas de Bauru – Os 7 Pecados”, realizado nesta sexta-feira (27), a partir das 20h, no Teatro Municipal.
Além de 80 dançarinos de Bauru e outras localidades, incluindo os grupos Kalil, de Ourinhos; Equilíbrio, de Araçatuba; e Academia Ajna, de Duartina, o evento terá as participações especiais de Aisha Latiffa, Marcia Nuriah e Gigi Najma.
Outro destaque é a presença de Yanni Sabongi, bailarino de folclore árabe que faz shows especiais na tradicional Khan el Khalili – Casa de Chá Egípcia e Café Árabe, em São Paulo, de propriedade do seu pai, Jorge Sabongi.
Tanto os visitantes quanto o Grupo Jade Suhaila, organizador do festival, trazem ao público coreografias premiadas. No início deste mês, a equipe liderada pela bailarina e coreógrafa Jade Suhaila venceu seis prêmios no XVIII Festival Interamericano de Danças Árabe e Étnicas de Bauru (CIAD).
A intenção do festival é mostrar a riqueza de diferentes culturas e proporcionar o encontro de artistas de vários lugares. O tema dessa edição, “7 pecados”, está relacionado ao equilíbrio, indispensável no universo da dança.
“Todos temos pecados, mas precisamos buscar o equilíbrio e levar o melhor de nós para os outros na vida e na dança”, explica Jade Suhaila, que é membro de conselhos e confederações internacionais de dança.
Serviço
V Festival de Danças Árabes e Étnicas de Bauru – Os 7 Pecados: hoje, 27 de novembro, às 20h, no Teatro Municipal de Bauru (avenida Nações Unidas, 8-9). Entrada a R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).
Informações: (14) 3018-1887 e 98129-9779. A realização do evento é da Companhia de Danças Jade Suhaila.
CONHEÇA OS ESTILOS
Dança do ventre: sua origem, entre 7000 e 5000 a.C., está relacionada a rituais de fertilidade feminina. Forte no Oriente Médio e Ásia Meridional, é praticada no mundo todo por sua beleza coreográfica e sensualidade.
Folclore árabe: inclui diversas vertentes como saidi, khaleege, raks dass e dabke, muita apreciada no Brasil. Predominantemente masculina, pode incluir toda a família.
Estilo tribal: nasceu nos Estados Unidos, na década de 60, com Carolena Nericcio, reunindo técnicas de dança do ventre, flamenco e dança indiana. Entre suas modalidades estão ATS, tribal fusion, dark fusion e cabaré.
Dança polinésia: proibida pelos missionários europeus por ser considerada erótica, só foi retomada em 1950. Atualmente é dançada pela maioria da população do Taiti por representar valores culturais, socialização e graça.
Dança cigana: com influência de várias localidades, do mundo árabe aos ritmos espanhóis, passando pelo leste europeu, é muito alegre, repleta de palmas e passos sincopados.
Hula havaiana: tradição rica em movimentos, significados e variações. No Havaí, mais que uma dança, é um estilo de vida baseado numa religião ancestral ligada à natureza. Pela hula, as havaianas contam histórias de seu dia a dia.
