| Divulgação |
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| A autora, Mel Cavichini, e o livro “O Caso XXI” (à direita): eis que, de repente, um ET aparece em plena praia do Rio de Janeiro |
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No ano de 2019, em um dia qualquer numa praia de Botafogo, no Rio de Janeiro, o improvável para muitos acontece: um alienígena aparece em terras cariocas em uma missão. Ele não está sozinho, mas sim acompanhado por outros 10 ou 12 viajantes do espaço.
É essa a base para o livro “O Caso XXI” (COP Editora, 220 páginas), de Mel Cavichini. Escrito entre seus 24 e 25 anos, é sua primeira obra literária.
Mel é formada em administração, com mestrado em finanças e economia empresarial. As informações são da assessoria.
Conhecido exatamente como Vinte-e-Um, o alienígena é alto, tem os olhos pequenos e esverdeados e a pele estranha, como se fosse feita de escamas, do ombro à ponta dos dedos. Os outros são de diferentes cores, alguns de pele clara ou em tons chamativos, como laranja e verde.
A surpreendente aparição causa um verdadeiro rebuliço. As pessoas olham assustadas, tiram fotos, e até jogam objetos. A brasileira Adriana, em choque, não acreditava no que acontecia. E, muito menos, que aquele ser precisava da ajuda dela.
Solução?
Eñe, o planeta de onde Vinte-e-Um vinha, corria risco, já que em pouco tempo a estrela que fornece energia a ele não teria mais combustível para seguir com o processo de fusão. Com a explosão da estrela, o planeta morreria definitivamente.
É que, para reverter a situação, só havia um caminho para os forasteiros galáticos: trocar o ferro disponível na Terra por tecnologia de enriquecimento de urânio que os alienígenas dominam. Dará certo o “negócio”?
Fato é que, num cenário de jogos políticos, relações perigosas, injustiças, crimes e mortes inesperadas, Mel Cavichini promete deixar o público ansioso para decifrar os mistérios da história – que vai do Rio de Janeiro a Washington, do Ministério da Defesa às Nações Unidas.

