Tribuna do Leitor

Saidinhas

Carlos Martins
| Tempo de leitura: 2 min

Infelizmente o governo de São Paulo neste final de ano de 2015, irresponsavelmente, liberou nada mais nada menos do que 30 (trinta) mil presidiários só no Estado de São Paulo. Vale destacar que na sua grande maioria não há uma avaliação segura e nem garantias de que o presidiário vai ou não praticar mais um delito, sem contar os que não voltam para a prisão.


O aumento dos latrocínios, furtos e roubos é fato, haja vista os homicídios ocorridos na Praia Grande e de delitos praticados por estes presidiários que recebem uma carta branca para fazer o que bem quiser voltando a delinquir. A canetada do juiz da Vara de Execuções Criminais em sua maioria recebe avaliações que na verdade apresenta indícios minimamente qualificáveis em que o próprio Estado e o Judiciário não garantem segurança alguma ao cidadão de bem.


Basta analisarmos as notícias e matérias jornalísticas divulgadas pelas grandes mídias. Também vale salientar que com a crise que o Estados e o Brasil vivem já há algum tempo ,com suas dificuldades financeiras, polícias Civil e Militar trabalham no seu limite máximo, vivenciando assim dificuldades e limitações a respeito de condições de trabalho.


Pergunto: se as próprias polícias Civil e Militar, por suas limitações, já heroicamente não conseguem dar conta das demandas do dia a dia, como será com o aumento de 30 (trinta) mil presidiários andando livremente nas ruas do Estado? Como ficam as residências e a segurança física das pessoas de bem?  


Infelizmente, a maioria dos Estados, São Paulo não fica fora, cada vez mais faz com que a segurança pública seja mais uma brincadeira política do que uma atitude concreta para preservar o patrimônio e a vida dos cidadãos, em que divulgam estatísticas infinitamente duvidosas e dúbias, que não condizem com a realidade do dia a dia do cidadão lamentável...

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