Tribuna do Leitor

Coletivamente, chegaremos mais longe!

Rui Miguel Tripoli
| Tempo de leitura: 2 min

“Como pode o peixe vivo viver fora da água fria!”. Como pode o ser humano (não sei até onde) deixar aflorar o seu lado destruidor em relação ao meio em que vive! Enquanto muitos pensam no lado bom, uma minoria, revoltada, desprovida de senso coletivo, parte para o lado individualista, cego, onde o destruir, sujar, agredir e poluir são seus ícones de burrice!


Após longos meses fechados, numa reforma ilusionista, já vemos os sinais de pichações no chafariz e na torre do sino! Nossa tão sonhada pista de skate, atacada por duas vezes, sem contar a pichação gritante! Os ecopontos, inovação brilhante, viraram aberração aos finais de semana e feriados prolongados (um mau exemplo no Mary Dota, na semana de seu aniversário, manchete negativa, pegou mal)!


Nosso sofrido Rio Batalha, que no ano de 2014 nos penalizou após a falta chuva! Já no final de 2015 o mesmo atinge seu volume necessário, sem que o poder público planeje-se na reserva do excedente, sem contar a população, que diante da abundância esbanja o precioso líquido, tendo como justificativa os constantes vazamentos, fato que não justifica o mau uso e desperdício! O lixo nosso de cada dia, parece-nos, que já incorporou a paisagem do município, lixo doméstico, sobra de construções, móveis, dos mais variados, descartados em qualquer lugar!


Sem contar a dengue, chickungunya e agora o zika, que já é uma zika para quem contraiu a dengue! Nossas praças e academias ao ar livre, prisioneiras de vândalos  e furtos de equipamentos, uma lástima! Creches e poços do DAE, roubados e depredados, prejudicando toda uma coletividade! A cidade não é do prefeito, dos vereadores, do poder público, ela é nossa e todo e qualquer aparato público é realizado com o dinheiro de nossos impostos. Aproveite o início de 2016, seja um multiplicador do espelho do bem!

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