Tribuna do Leitor

O velho ano novo

Demerval Assis da Silva
| Tempo de leitura: 1 min

Neste ano que se inicia, não haveremos de se pensar noutra coisa a não se, em continuarmos vivos. Primeiro como unidade singular, depois como um todo, tarefa nada fácil se ouvimos os “clérigos” da economia e ou dos políticos, principalmente os opositores. Mas a verdade consiste em cada um de nós sabermos o que estamos procurando. Pois sem saber esta questão não chegaremos a parte alguma, principalmente com a avalanche de informações que temos o tempo todo, e muitas vezes não servem para nortear e sim o oposto disso.


O consumir ou, na maioria das vezes, a vontade apenas, pode ser uma mola propulsora de nossas ações, mas essa propulsão tende, sem os cuidados necessários, depois do “voo”, fazer-nos dar de cara com o chão.


Por isso a pergunta: o que estamos procurando nos levará a outras, ou para e se preciso disso realmente, o quanto me custará e quanto eu as pessoas que amo pagarão por esses sonhos? O caminho da razão exige reflexões, o das paixões nem tanto, porém, poderá nos fazer sofrer muito mais. Temos que achar uma forma de equacionar os paradoxos de nossas paixões e a razão, humanos que somos, para sofrermos o menos possível.

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