Diz o ditado popular: “O pior cego é aquele que não quer ver”
E, olhe lá, nem é preciso ser cego, fisicamente falando, para entrar nesse nível de ignorância que impede um grande número de pessoas de enxergarem além das evidências e de tomarem atitudes acertadas, com bom senso e sabedoria. A humanidade vive momentos incríveis, perdendo-se em conceitos óbvios, em verdades inquestionáveis sem, contudo, chegar ao bom senso ou a uma solução preventiva, justa e satisfatória.
Observei que o Jornal da Cidade deste sábado, dia 9 de janeiro, traz estampado na primeira página o título: “Saidinha:- 172 presos não voltam aos CPPs”.
Na mesma folha, com continuação na nona página, a constatação de que Bauru enfrenta onda de furtos, inclusive de plantas e vandalismos que beiram o absurdo “desde o período de Natal”.
Somem-se as duas notícias e chegamos à conclusão lógica tal qual a verdade simples e inquestionável que dois mais dois somam quatro.
É uma questão de usar nossa capacidade de raciocínio e lógica. E por que não se resolve a questão que permanece e se repete todos os anos nos períodos de saidinhas, como por exemplo Dia dos Pais, das Mães, das Crianças, Natal, Páscoa e assim por diante?
O que estão a aprontar esses que não voltaram?