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Cabeceiras de pontes na Bauru-Ipaussu e Bauru-Marília cedem

Tisa Moraes e Vinicius Lousada
| Tempo de leitura: 2 min

João Rosan
A chuva inundou a Bauru-Marília, na altura da ponte do Cedro; na noite dessa quarta (13), parte da cabeceira cedeu (foto abaixo)
Aceituno Jr.

Parte da cabeceira de duas pontes, uma na Bauru-Ipaussu e outra na Bauru-Marília, cederam depois de serem danificadas pela força da água da chuva, que inundou o rio Batalha. Na rodovia João Baptista Cabral Rennó (SP-225), a Bauru-Ipaussu, a Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart) informou que permanecerá operando com o sistema “Pare e Siga” nas proximidades do quilômetro 242 mais 500 metros ao menos até sexta-feira (15).

Como os danos atingiram a cabeceira da ponte no sentido Bauru-Piratininga, o trânsito de ambos os sentidos flui de forma alternada pela pista no sentido Piratininga-Bauru. A Cart destaca que equipes estão reforçando, em um primeiro momento, as estruturas da ponte e preparando um desvio para que o tráfego possa fluir em mão dupla por este local.

A pista no sentido Bauru-Piratininga ainda está sob avaliação da equipe técnica e segue interditada por tempo indeterminado. A concessionária solicita aos motoristas cautela ao trafegar pelo trecho, que já está sinalizado.

Também durante a chuva, a rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), a Bauru-Marília, foi invadida pela água do Rio Batalha na altura da ponte do Cedro. Construções nas imediações também foram inundadas.

Durante a manhã, o nível do rio voltou a baixar e o trânsito fluiu com normalidade no local. No início da noite de ontem, contudo, a cabeceira da ponte cedeu, levando a Polícia Rodoviária e o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) a interditar as pistas de rolamento no sentido Marília-Bauru. Ainda assim, segundo o secretário de Obras, Sidnei Rodrigues, veículos conseguiam passar pelo trecho utilizando o acostamento da via. “Mas, se vier mais chuva forte, essa alternativa também ficará inviável”.

Há, portanto, o risco de não haver opções de acesso para quem vem a Bauru de Marília e de congestionar ainda mais a Bauru-Ipaussu, que pode se tornar o único caminho para Piratininga, após as interdições da estrada vicinal Elias Miguel Maluf e do acesso de terra pela Estrada Velha Bauru-Piratininga. “A estrada antiga perdeu o aterro da cabeceira da ponte do Rio Batalha e não há previsão para conserto. Mas, nesta quinta-feira, as equipes das secretarias de Obras e Administrações Regionais tentarão recuperar a ponte da Elias. Vamos ver o que a gente consegue fazer se o tempo ajudar”, diz Rodrigues.

 

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