Há tempos que nosso prefeito Agostinho já precisaria ter um projeto mais “caridoso” para a avenida em questão e sua complexa região. Um córrego, uma favela e duas ferrovias, uma das quais em desuso, são apenas alguns dos problemas que mereceriam ao menos uma satisfação aos que mais sofrem com a situação, que já perdura cronicamente.
Com o rio vêm as enchentes na temporada de chuvas e o mau cheiro e possíveis doenças nas épocas de estiagem. Com uma das ferrovias temos o mato, tornando-se aí lugar e rota de fuga para marginais, o que pode ser notado no dia a dia, pois a mesma corta boa parte do perímetro “urbano”.
Sem contar um prédio desativado de uma delegacia e uma “quadra de escola de samba”. Com a favela vem um problema social bem mais complexo, superando os outros itens, porém, não insolúvel, e sim talvez a chave para todo o problema.
Como não insolúvel seriam, olhos já ditos mais “caridosos” e atentos por parte das nossas autoridades, pois a mesma Daniel não tão pacifica une dois bairros muito importantes, sendo desnecessário discorrer sobre tais importâncias. Por isso o apelo para o olhar intitulado, já que para outras áreas mais nobres de Bauru esse olhar é mais generoso.