Esportes

Paschoalotto/Bauru sofre, mas supera o Rio Claro pelo NBB

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

Aceituno Jr.
Partida marcou o reencontro do ala Gui Deodato com a torcida bauruense

Após dois quartos onde esteve irreconhecível, o Paschoalotto/Bauru retomou a intensidade e precisão que a torcida se acostumou a ver em quadra, reverteu uma desvantagem de 11 pontos para superar o Rio Claro por 82 a 69, nessa terça-feira (16) à noite, no Ginásio Panela de Pressão, se despedindo momentaneamente do NBB8 – ocupa a segunda colocação - para a disputa do quadrangular semifinal da Liga das Américas. Pelo Nacional, o time bauruense volta a jogar somente no dia 25 deste mês, fora de casa, contra o São José.

Antes disso, jogando em Bauru, encara o uruguaio Malvin, na próxima sexta-feira (19), Mogi das Cruzes, no sábado (20), e o argentino Quimsa, no domingo (21), em busca de garantir vaga no Final Four da Liga das Américas.

Nas duas primeiras parciais do jogo dessa terça (17), o Paschoalotto enfrentou dificuldades defensivas, pouca efetividade no ataque e viu Rio Claro comandar o placar, ganhando o primeiro quarto por 27 a 20 – os visitantes chegaram a estar vencendo por 22 a 11 - e terminar o segundo à frente por 41 a 35. Nos dois últimos quartos, a história mudou. Com defesa agressiva, Bauru sufocou o ataque de Rio Claro e o ataque fluiu. O Paschoalotto anotou 47 pontos nas duas parciais e limitou o adversário a 28 para ganhar o jogo por 13 pontos de diferença.

O técnico Demétrius Ferracciú avaliou que a reação da equipe nas duas últimas parciais passou pela mudança de atitude. “Quando temos atitude, nosso time consegue fluir, marcar... Tudo isso fez com que no terceiro e quarto quartos fez com nossa equipe impusesse o próprio ritmo”, analisou. “Mas a gente não pode dar margem para os adversários ganharem moral”, considerou.

Homenagem

Homenageado pelo Paschoalotto no retorno do intervalo com um vídeo relembrando grandes momentos de quando atuava pelo time bauruense, o ala Gui admitiu que se sentiu tocado. “Eles conseguiram me desequilibrar emocionalmente”, brincou. “Fiquei extremamente emocionado, segurando para não chorar. Foi tudo muito especial”, resumiu.

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