Essa é uma história de quatro personagens que se identificam bem na administração pública: ‘Todo mundo’, ‘alguém,’ ‘Qualquer um’ e ‘ninguém’.
- havia um grande trabalho a ser feito na área da saúde e todo mundo tinha certeza de que alguém o faria.
- qualquer um poderia tê-lo feito, mas também ninguém não fez.
- alguém se zangou porque era um trabalho de todo mundo.
Todo mundo pensou que qualquer um poderia fazê-lo, mas ninguém imaginou que todo mundo deixasse de fazê-lo.
No final, todo mundo culpou alguém quando ninguém fez o que qualquer um poderia ter feito.
Moral – assim, deu no que está. Agora todos vão ter que fazê-lo, juntos....