Polícia

Motorista perde o freio, desce barranco, bate em árvore e, por pouco, não "invade" posto

Marcus Liborio
| Tempo de leitura: 2 min

Douglas Reis
Um motorista de 28 anos perdeu o freio do carro e acabou “invadindo” um barranco e batendo contra uma árvore
Corpo de Bombeiros resgatou o motorista e sua namorada

Um motorista de 28 anos perdeu o freio do carro e acabou descendo um barranco e batendo em uma árvore, no início da manhã dessa segunda-feira (22). Por pouco, o taxista Renato Henrique Hidalgo não “invadiu” com seu Fiat/Uno (modelo antigo) em um posto de combustíveis situado na quadra 12 da avenida Nuno de Assis, no sentido rodovia Marechal Rondon – Rodoviária.

De acordo com relatos da mãe da vítima,  o filho optou por jogar o veículo contra a sarjeta para não atravessar a Nuno e, consequentemente, cair no Rio Bauru.

No banco do passageiro estava sua namorada, a atendente Jucimeire Bezerra da Silva, 23 anos. À equipe de resgate do Corpo de Bombeiros, ela alegou que estava sentido dores no pescoço. Já Renato sofreu fratura exposta no braço esquerdo e cortes pelo corpo. O casal foi socorrido ao Pronto-Socorro Central (PSC) e não corre risco de morte.

Para não cair no rio

De acordo com informações apuradas no local com a mãe de Renato, a aposentada Vilma Rodrigues Hidalgo, 60 anos, ele descia pela Alameda das Alamandas, em trecho muito íngreme, quando percebeu que o freio do carro não funcionava. Como a via dá acesso à avenida Nuno de Assis, o motorista optou por jogar o veículo contra a sarjeta.

“Se ele (Renato) não fizesse isso, o carro atravessaria a Nuno, podendo bater em outros automóveis e ainda cair no Rio Bauru”, disse Vilma, ainda abalada com o acidente. “Meu filho nunca se envolveu em acidentes. Quando eu fiquei sabendo, tomei um grande susto e vim correndo para cá”.

Ao jogar o carro contra a sarjeta, Renato perdeu o controle da direção, avançou a mureta de concreto, “invadiu” o barranco e só parou quando bateu contra uma árvore, o que impediu que o Uno seguisse trajeto, desgovernado, para o pátio de um posto de combustíveis, onde havia funcionários trabalhando e outros carros abastecendo ou estacionados.

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