Tribuna do Leitor

Cemitério abandonado

Vanderlei Fidencio - Aposentado
| Tempo de leitura: 1 min

Através dessa democrática tribuna, gostaria de pedir à prefeitura que olhasse para o que está ocorrendo no cemitério do Jardim Redentor. São tantas baratas, escorpiões e mosquitos da dengue que aparecem nas residências próximas que ninguém mais suporta. Como vizinho do cemitério, tive que pôr tela em todas as minhas portas e janelas para fugir do Aedes, são centenas desses mosquitos a serem mortos todos os dias assim que acordo, entocados na garagem da minha casa.


Sem dizer dos malabarismos para fugirmos dos escorpiões, que a cada ano se reproduzem mais graças à fartura de baratas no cemitério, o qual não sabe o que é veneno da prefeitura há muito tempo. O Aedes cria em vasos cheios de água no próprio cemitério. Não há instrução para os funcionários do local orientarem os visitantes quanto aos vasos não furados, que são inúmeros? Não há nenhum funcionário do cemitério que possa vistoriar os focos de dengue dentro do recinto?


Todas as vezes que os agentes da dengue visitam minha residência, não encontram focos, mas quem faz a vistoria no cemitério? Ninguém. Quem faz a vistoria do terreno ao lado do condomínio vizinho ao cemitério, que está dominado por escorpiões, mosquitos da dengue e ratos, com o mato na altura das árvores? Ninguém. Ao que parece, pagamos poucos impostos para termos o “luxo” da limpeza pública. Caros administrados, tentem pensar assim: “Se fizermos a dedetização do cemitério as pessoas terão menores chances de adoecer, consequentemente, continuarão a pagar altos impostos que virão para nossos bolsos, logo é melhor fazer a dedetização”. Quem sabe assim... Obrigado.

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