Economia & Negócios

Governo Federal vai insistir na volta da CPMF

Por Idiana Tomazelli | Estadão Conteúdo
| Tempo de leitura: 1 min

Se depender do governo federal, o aumento de impostos em 2016 ainda não acabou. Considerada crucial para aliviar a pressão sobre as contas públicas, a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras (CPMF) é uma das principais pautas do Planalto - e também um dos maiores desafios, diante da falta de apoio no Congresso.

Para dar força ao projeto, o governo tem trabalhado para angariar apoio nos Estados. O Palácio do Planalto chegou a propor que a alíquota original de 0,20% da CPMF fosse elevada para 0,38%, sendo que a diferença de 0,18% seria repassada a Estados e municípios.

Agora, o apoio à volta da CPMF tem sido interpretado por governadores como condição para que a União permita o alongamento de prazos das atuais dívidas dos Estados e a concessão de novos empréstimos.

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