| Fotos: Malavolta Jr. |
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| "A fé é uma solidez na desenvoltura de um caminho religioso", relata Adilson Motta Franco |
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| Ele também disse: “Hoje estou cada vez mais envolvido e apaixonado pelos desenhos com caneta esferográfica” |
O entrevistado deste domingo (6) faz artes, é ligado à religião, política e comunicação. Desde a juventude, Adilson Motta Franco dedica parte do seu tempo à igreja. Tanto que já foi coordenador da Pastoral da Juventude e coordenador diocesano da Renovação Carismática Católica.
“Nesse período, realizamos grandes eventos, como experiências de oração. Tive a graça de ser eleito para fazer o Encontro Nacional de Jovens Universitários Católicos, em Bauru. Cerca de 5 mil jovens se reuniram na cidade”, orgulha-se.
Engajado também na política, Adilson ainda dedica seu tempo à comunicação. Ele é formado em artes e comunicações e atualmente está na direção da rádio 87 FM.
A paixão e dedicação do entrevistado de hoje também estão voltadas para a arte. “Hoje estou cada vez mais envolvido e apaixonado pelos desenhos com caneta esferográfica”. Leia mais, a seguir.
Jornal da Cidade – Seus desenhos com caneta esferográfica ultrapassam a barreira do hobby?
Adilson Motta Franco – Minha arte é hobby, sim. É algo muito gratificante. Eu posto meus desenhos nas redes sociais e me sinto muito bem porque as pessoas podem ver e comentar o que eu faço. Comecei a desenhar na faculdade, quando fiz o curso de artes e comunicações na Unesp. Hoje estou cada vez mais envolvido e apaixonado por isso. Recebo elogios e até toques de profissionais para que eu possa melhorar. Eu faço paisagismo, cubismo, surrealismo e natureza morta.
JC – Até onde você pretende chegar com a arte?
Adilson - Quero me desenvolver cada vez mais. Ter um ateliê é um objetivo próximo. Mas eu também escrevo. Tenho um livro voltado para crianças já pronto, faltando apenas a ilustração e parceiros. Estou lutando para lançar o primeiro. Ele projeta um passeio magnífico de Maria Fumaça pelos pontos turísticos de Bauru, mas, por aqui, falta um político que olhe para nossos trilhos. O nome do livro é “Maria Fumaça e seus sete filhos”. Há outros quatro sendo escritos. Um deles para a literatura infantil e três voltados para a literatura juvenil.
JC – E quanto às questões políticas?
Adilson – Eu sou político e amo política de paixão, mas uma política bem feita. Meu padrinho na política é o deputado Pedro Tobias. Eu era filiado do PSDB e agora estou no DEM. Em 2008, concorri ao cargo de vereador, mas não pude trabalhar muito na campanha por conta de uma doença grave na família. Este ano vou apoiar um amigo em Bauru e um afilhado em Presidente Alves. E por falar em afilhado, essa é outra curiosidade, eu tenho 10 deles (risos). Uma delas é filha do João Mineiro, da dupla João Mineiro e Marciano.
JC – Você também é engajado na Igreja. Como é o seu trabalho?
Adilson – Eu sou um católico praticante e comecei a atuar na igreja ainda bem novo, fazendo parte da Pastoral da Juventude. Fui coordenador da Juventude na Paróquia Nossa Senhora das Graças. Junto com a comunidade, eu fiz um trabalho social de comunicação. Lancei a Semana da Comunicação, na Semana da Pátria. Personalidades da comunicação e da política de Bauru participaram desses eventos. Hoje eu vou ao grupo de oração e tudo mais, mas já fui coordenador diocesano da Renovação Carismática Católica. Eu coordenei as 13 cidades da Diocese durante quatro anos, além de Bauru.
| Quioshi Goto |
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| Na foto, Adilson com o bispo dom Caetano Ferrari na Rádio Bandeirantes |
JC – Quais foram as grandes obras de evangelização realizadas nessa época?
Adilson – Nesse período, realizamos grandes eventos, como experiências de oração. Tive a graça de ser eleito para fazer o Encontro Nacional de Jovens Universitários Católicos, em Bauru. Cerca de 5 mil jovens se reuniram na cidade.
JC – Sobre a fé.
Adilson – Ela está em segundo lugar. Em primeiro deve vir a humildade. Se você não tiver humildade de aceitar o que te falam, se você não aceitar a fé que te apresentaram ou que você conheceu... A fé é uma solidez na desenvoltura de um caminho religioso.
JC – Sobre seu trabalho com comunicação.
Adilson – Eu já fiz televisão. Fui correspondente em Bauru da Rede Vida de Televisão por 10 anos. No rádio, comecei com um programa na Rádio Bandeirantes de Bauru, por nove ou 10 anos. Depois fui convidado a participar da rádio comunitária 87FM, onde fiz o programa “Mensagens” por bastante tempo. Agora estou na direção da rádio.
JC – Momentos particulares difíceis?
Adilson – Meu pai faleceu quando eu tinha 16 anos, mas ele viveu acamado por 7 anos. Minha família passou por esse grande desafio, que nos ensinou a viver em família com amor e respeito e, acima de tudo, sem abandono. Meus pais tiveram quatro filhos, hoje somos em dois.
JC – Adilson por Adilson.
Adilson - Eu aprendi na caminhada que não vale a pena ter apego a bens materiais. Sou a favor de fazer amizades. Gosto de fazer arte, de escrever e fazer poesia. Profissionalmente eu me defino um indeciso. Eu nasci sem nada e quero morrer assim (risos). Não devemos nos apegar ao que enferruja.
Perfil
Adilson Motta Franco
Nasceu em Bauru e é do signo de câncer
Seu gosto musical vai desde Raul Seixas até sertanejo raiz
Quanto ao esporte, ele prefere vôlei, mas torce para o Santos
Nota 10: Para Antônio Ermírio de Moraes: “Foi um amigo com um excelente trabalho na área empresarial, além de ter sido um ser humano voltado ao social”, aponta.
Nota 0: Para o ex-presidente Lula, pelo seu péssimo governo.
E-mail: am.franco@yahoo.com.br
‘Eu aprendi na caminhada que não vale a pena ter apego a bens materiais.’


