Cultura

Exposição, dança e teatro celebram sonhos, batalhas e conquistas femininas

Aline Mendes
| Tempo de leitura: 2 min

Quioshi Goto
Silvia Morbi retrata jornada em “Entre Nós”: acima, trecho sobre o movimento Sagrado Feminino 

Valorizar a essência feminina: esse é o objetivo da programação cultural da Prefeitura de Bauru em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, que conta com artes plásticas, dança e teatro. Veja os detalhes no quadro ao lado.

“A cultura é uma ferramenta de transformação social e pode ser um caminho de empoderamento das mulheres por meio do conhecimento. Isso, nenhuma violência pode tirar”, destaca Darlene Tendolo, secretária municipal de Bem Estar Social.

Nesta terça-feira (8), as atividades incluem a apresentação do espetáculo “Baluarte”, da Companhia Estável de Dança de Bauru, às 20h, no Teatro Municipal.

“Cada ano lembramos mulheres de um setor e como essa coreografia trata dos 100 anos do samba, vamos homenagear representantes das agremiações e as Rainhas do Carnaval e da Melhor Idade”, explica Susana Godoy, da Secretaria Municipal de Cultura.

Também nesta terça-feira (8), às 20h, será aberta a exposição “Imaginário Ritual - Pinturas”, de Tássia Sardão, na Pinacoteca Municipal, Casa Ponce Paz. O evento terá cerimonial de Fábio Valério, performance d’As Lobas, dança circular com o grupo Rodamundo e performance de Geni e o Zepelim e Be Italian, com Diego Almeida.

Para elas

Quando uma jornalista vai escrever sobre o Dia Internacional da Mulher se depara com três momentos históricos que retratam os sonhos, as lutas e conquistas femininas ao longo da história. Esse é o enredo da peça “Entre Nós”, apresentada na quarta-feira (9), às 13h30, com entrada franca no Teatro Municipal.

Da tragédia que deu origem à data ao discurso da ativista paquistanesa Malala Yousafzai a ONU, incluindo o movimento Sagrado Feminino, a peça tem um olhar político, social e poético sobre a condição feminina.

“É uma forma de homenagear e evocar as mulheres que nos antecederam. Somos muito do que elas construíram e temos que continuar trilhando o caminho para as que ainda virão”, defende Silvia Morbi, responsável pela concepção, direção e interpretação do espetáculo.

A peça tem trilha sonora inédita de Miro Silveira e direção de arte de Diogo Guimarães Ladeira.

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