Bairros

Bauru confirma novo caso de leishmaniose referente a 2015


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A Secretaria Municipal de Saúde, através do Departamento de Saúde Coletiva, confirmou nesta quinta-feira (10) maus um caso de Leishmaniose Visceral Americana (LVA) em Bauru, referente a 2015.

Trata-se de uma mulher de 24 anos, moradora da Vila Industrial, com início de sintomas em 5/11/2015, tratada no Hospital Estadual de Bauru.

Assim, Bauru totaliza em 2015, 16 casos confirmados de LVA, sem óbitos. Em 2016 ainda não houve casos. 

 Doença em humanos

A transmissão da doença em humanos ocorre após a picada do mosquito Lutzomyia longipalpis, conhecido como mosquito palha, que esteja infectado pelo protozoário flebotomíneo depois de ter picado um animal infectado, que na área urbana podem ser cães e gatos.

 
Os sintomas da LVA em humanos são febre, emagrecimento, fraqueza, anemia e aumento de baço, dentre outras manifestações. 

 
O diagnóstico e tratamento estão disponíveis na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).  

 

Doença em animais

 

 A leishmaniose visceral canina é uma doença .grave para os animais. O cão é considerado um importante reservatório do parasita. A doença não é transmitida através da lambidas, mordidas e afagos. O contágio ocorre somente por meio da picada da fêmea do flebotomíneo Lutzomyia longipalpis infectada. 

 
O cão infectado pelo parasita pode adoecer logo ou demorar meses para apresentar sintomas. Todos os cães infectados, e portanto, um risco à saúde, mesmo aqueles sem sintomas aparentes, são fonte de infecção para o inseto transmissor.

 

Prevenção

 
Manutenção da limpeza dos quintais e terrenos baldios com a eliminação do lixo orgânico de forma adequada (restos de comida, folhas, frutos, restos de galhos), escoamento da água parada, limpeza dos abrigos de animais domésticos, higienização periódica dos animais e outros
Os animais infectados apresentam os seguintes sintomas:

 

 Apatia (desânimo, fraqueza e sonolência), perda de apetite emagrecimento, feridas na pele, principalmente no focinho, orelhas, articulações e cauda (que demoram a cicatrizar), descamação da pele, crescimento anormal das unhas e perda de pelos. Em fase avançada da doença, os animais apresentam aumento abdominal (“barriga inchada” por causa do aumento do fígado e do baço), problemas oculares (olho vermelho, secreção ocular, diarreia, vômito e sangramento intestinal).

 

 

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