Cultura

Lollapalooza aposta em atrações menos consagradas e acerta alvo


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M. Rossi/Divulgação
Fogos de artifício no encerramento de festival em São Paulo

Noel Gallagher (ex-Oasis), 48 anos, foi a exceção à regra na quinta edição brasileira do Festival Lollapalooza, a terceira no autódromo de Interlagos. Neste último fim de semana (dias 12 e 13), o evento teve 160 mil ingressos vendidos e a escalação mais consistente entre os habituais eventos do tipo no país.

O festival praticamente não dependeu de veteranos, quase sempre convocados quando organizadores querem atingir grande público.

Apostou em atrações principais que têm no máximo três álbuns lançados, como Florence + The Machine e Marina and the Diamonds.

Já uma plateia pequena, mas fiel e atenta, acompanhou Albert Hammond Jr., guitarrista dos Strokes, mostrar um pouco mais cedo, no palco Axe, que a sua carreira solo vai muito bem, obrigado.

Nacional

Alguns brasileiros se deram bem no domingo. E, mesmo sem estar escalado no evento, MC Bin Laden ganhou as atenções.

O funkeiro paulista do hit do verão “Tá Tranquilo, Tá Favorável” foi convidado de honra do Jack Ü, projeto dos mega-DJs e produtores americanos Diplo e Skrillex. Diante da multidão, a maior concentração de pessoas no palco Onix neste fim de semana, ele cantou o sucesso.

Começou de camisa, mas logo a arrancou, para exibir a barriga avantajada que já se conhece bem do clipe. Gritando o refrão, o público mostrou domínio da coreografia que usa “o famoso sinal do Ronaldinho”, como manda a letra.

 

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