A CBF e o Governo Federal estampam em nossas caras o mais profundo desrespeito, e ilustram, cada qual à sua maneira, o que há de mais infame em termos administrativos.
Quando um modelo de poder se vê falido, a única forma de manutenção da influência é utilizar fantoches inaptos para distrair a plateia. São cones inanimados e incompetentes, cuja única característica (e por isso estão ali) é a obediência e o zero questionamento.
São alçados ao comando como única opção para estender as mazelas e conchavos de um grupo com interesses próprios. Qualquer alternativa mais competente iniciaria questionamentos que o grupo não seria capaz de suportar, instaurando possivelmente uma ruptura do modelo de poder. Vemos, então, a mediocridade administrativa e de comando instaurada sem a menor vergonha na cara, coberta por um pano de ilusão.
A mudança para isso vem pela ruptura total com estes grupos, e não deve haver expectativa de melhoria apenas com a simples troca da cobaia.