Afinal de contas, os agentes do GOT de Bauru pensam que têm poder de polícia? Eles mandam, desmandam e te olham de cima pra baixo como se fossem autoridade policial, quando na realidade são apenas agentes reguladores de trânsito, cadê o treinamento deles? Ou realmente eles têm o poder de polícia e nós, munícipes, não estamos informados? O treinamento que dão a eles é defesa pessoal, para imobilizar ou bater em quem for questionar uma situação, pois é impossível o diálogo com a maioria deles, que se sentem polícia e falam de forma autoritária, brusca e estúpida. Não existe diálogo, o que com certeza evitaria muito o conflito físico, no qual eles se juntam, dominam, humilham e ainda agridem as pessoas que estão por perto para se afastar. Emdurb, cadê o treinamento social desse pessoal? Cadê o treinamento para servir a população que paga os salários desses funcionários, pois mesmo a Polícia Militar em sua maioria usa o diálogo, a sabedoria para lidar com uma situação. Imagine se os agentes do GOT andassem armados... Aí sim seria um Deus nos acuda, ia ser um tal de colocar a arma na cara dos munícipes, pois preparo emocional não existe. Não aprovo a violência, mas acredito que a população só parte pra esse caminho justamente pela falta de sabedoria e educação desses agentes.
O povo está cansado de ser maltratado, tenta conversar, dialogar e recebe de volta o “não interessa”, o “tá errado e vai ser multado”, o “sai andando e não enche” que tanto se escuta desses agentes. Concordo que muitos motoristas são folgados, param em vagas de idosos, deficientes físicos, locais proibidos, mas daria pra evitar o conflito direto apenas aplicando a multa, como é feito em São Paulo, sem o contato, fiscalizando os veículos que param fora das vagas demarcadas, ocupando duas vagas e pagando apenas por uma. Pensar, raciocinar, dialogar evita o conflito direto. A superautoridade, a ditadura que esses agentes querem impor nas ruas só vai acabar em pancadaria, infelizmente. Vamos investir em capacitação, Emdurb, e não em treinamento de defesa pessoal.