O Brasil está com nova epidemia da gripe H1N1, atingindo principalmente o Estado de São Paulo, que registrou 77% das mortes ocorridas em decorrência do surto, que já vitimou até o momento 71 pessoas, o dobro em relação ao ano passado. A situação requer cuidados especiais e muita atenção, especialmente para evitar aglomerações de pessoas e circunstâncias que favoreçam o contato que possa propiciar a transmissão do vírus. Nesse sentido, recomenda-se a higienização das mãos, com água corrente, sabonete, álcool ou gel, entre tantas outras medidas que ajudam a conter a expansão do vírus.
A influenza suína (ou gripe suína) é uma doença respiratória dos porcos, ocasionada pelo vírus de influenza do tipo A. Tal vírus pode ser transmitido de pessoa a pessoa, através, por exemplo, de uma tosse ou espirros de quem já está com a doença. Também pode acontecer da pessoa se infectar no contato com algum objeto contaminado, depois levar a mão na boca, por isso que a recomendação dos médicos e especialistas é justamente no sentido do asseio físico, especialmente lavar bem as mãos, principalmente antes das refeições.
Também comer alimentos saudáveis e nutritivos e beber bastante líquidos. Esses cuidados simples e básicos são muito importantes como prevenção. Também por exemplo, cobrir o rosto quando tossir, com um lenço ou papel, não se esquecendo de jogar no lixo depois. Lavar as mãos com sabonete, álcool ou gel, evitando coloca-las nossa olhos, no nariz ou boca, etc. E também evitando contato com pessoas doentes, por isso, em caso de infecção, recomenda-se não sair, e se tratar em casa.
De qualquer forma, em caso de contrair a doença, é preciso procurar um médico, para os cuidados que se fazem necessários. Nesse sentido, é preciso se informar e estar vigilante, para buscar se prevenir da melhor maneira possível. Esperamos que o surto do H1N1 seja bem passageiro, porque o País já está acometido por outras pragas (zika vírus, dengue, chikungunya, etc.), e por aí afora. Temos que estarmos atentos, rezar para que possamos estarmos livres o quanto antes dessas pragas. Já não chega a crise política, econômica, e tudo mais.
O autor é doutor em Sociologia e Especialista em Gestão Universitária