| Roberto Castro/ME/Fotos Públicas |
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| Com trajes de sacerdotisas da Grécia antiga, mulheres participaram nessa quarta (20) de um ensaio, em Olímpia, para acender o Fogo Olímpico, dos Jogos do Rio de Janeiro |
O fogo jorrou de um espelho côncavo nessa quarta-feira (20), quando uma mulher vestida de sacerdotisa se ajoelhou em seu vestido longo em um templo grego em ruínas, focando os raios do sol em sua tocha. Assim, faça chuva ou faça sol na cerimônia de acendimento oficial nesta quinta-feira (21), o Rio já garantiu a sua chama olímpica, que vai queimar na cidade anfitriã dos Jogos, entre 5 e 21 de agosto.
Cerca de 2,5 mil pessoas participaram nessa quarta do ensaio geral para a cerimônia meticulosamente coreografada na antiga Olímpia, no sul da Grécia, onde os Jogos Olímpicos da Antiguidade foram realizado por mais de mil anos.
A chama acesa no Templo de Hera será mantido como uma reserva, no caso do céu nublado inviabilizar a cerimônia desta quinta-feira, que terá a participação de funcionários do Comitê Olímpico Internacional (COI) e dos organizadores dos Jogos do Rio, como o presidente da Grécia, Prokopis Pavlopoulos, e do Comitê Olímpico Internacional, Thomas Bach, e o prefeito do Rio, Eduardo Paes.
O ensaio dessa quarta começou com três batidas em um instrumento tocado pela atriz grega Katerina Lechou. Após acender o fogo, a atriz simulou uma oração a Apolo, deus grego da luz e da música, e a cerimônia continuou no estádio antigo, que recebeu a competição de arremesso de peso nos Jogos de Atenas, em 2004.
Lehou, que fez o papel da sacerdotisa nesta quarta-feira e o repetirá nesta quinta, quando entregará a chama para o ginasta campeão mundial grego Eleftherios Petrounias, um dos principais rivais de Arthur Zanetti, iniciando o revezamento da tocha, que culminará na cerimônia de abertura da Olimpíada, no estádio do Maracanã, em 5 de agosto. O ginasta repassará a chama ao ex-jogador de vôlei brasileiro Giovane Gavio.
