Caos político é o melhor jeito de definir a fase que estamos vivendo hoje no Brasil. Como um deputado pode vincular “Deus” à política, sabendo que o país é laico? Como um deputado pode saudar um torturador, orgulhar-se por fazer isso e ainda fazer sátira com outra pessoa (presidente Dilma Rousseff)? Como pode um presidente da Câmara iniciar um processo de impeachment, sendo que o mesmo é réu em um processo mais importante de investigação no país (Lava Jato)?
Como a esposa de um prefeito ousa dizer que o marido é um exemplo, e no outro dia este mesmo marido ser preso por beneficiar com fraudes, o seu próprio negócio? Como é possível que deputados mudem de opinião tão delicada em menos de um mês? Como um partido tem liberdade para pressionar os integrantes, com intuito de beneficiar as ideias do dono do processo? E, principalmente, como pode uma parte do “povo” brasileiro apoiar todos esses e gritarem em frente às telas, a cada “sim” que é dito?
São muitas dúvidas. Será que os “representantes” estão votando pelo povo? Será que não é por interesse pessoal? Será que a luta é pela corrupção ou por quebra de partido? Vamos rever os conceitos e nos atentar à que luta estamos apoiando...