Tribuna do Leitor

Caneta ou voto?

Maurício Aparecido Teodoro de Souza - cidadão brasileiro
| Tempo de leitura: 1 min

É interessante ouvir duas posições antagônicas se defrontarem. Cada lado tem seu argumento em uma mesma Lei, contudo, com interpretações diferentes. Como pode isso? É o Direito; como disse o mestre: “É apaixonante por isso mesmo”. Por outro lado, sou mais adepto por uma corrente minoritária: “Se podemos facilitar, por que complicar?” Se todos agissem dessa maneira não teríamos contendas. Ficávamos indignados ao ouvir os discursos antagônicos. Para os menos avisados, se recorresse a essas posições, corria o risco de ficar do lado errado. Mas o bom senso prevaleceu até o momento. Pelo voto, na democracia, elegem-se cargos majoritários e proporcionais.  


Os eleitos assumem em poderes dirigentes, todavia, rege a Lei maior que são harmônicos entre si. O que ficamos sabendo depois do ocorrido foi que a caneta foi usada para ferir a harmonia que deveria existir. Esse é o ponto principal da questão. Não poderia usar a caneta para subjugar aqueles que foram eleitos para fiscalizar. Assim, os eleitos pelo mesmo povo usaram de sua investidura no cargo para não aceitar a opressão. Ficou até então o Direito Democrático restabelecido, ainda que dolorido. Mas prevaleceu o dito popular: “Pau que dá em Chico, dá em Francisco”. 

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