A retórica do petismo sempre foi alicerçada na mentira, no ufanismo desmiolado e nas teorias emboloradas do comunismo. Entretanto, o que espanta é a audácia e cara-de-pau das hordas petistas ao repetir asneiras ensinadas pelos mestres do ilusionismo Dilma e Lula. Dizem, como estes, que impeachment sem crime é golpe e que Dilma não cometeu crime algum. Indiscutível sua vocação para a burrice.
Esquecem, por oportunismo, que em 2015 o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitou, por unanimidade, a manipulação ilícita de recursos federais sem autorização do Congresso Nacional, enquadrando as pedaladas fiscais como crime de responsabilidade à luz da Constituição Federal, na ordem de centenas de milhões de reais às vésperas das eleições.
Naquela época, acreditando no cacife político, governistas disseram que o julgamento técnico do TCU não tinha valor algum e que deveria ser analisado pelo Congresso, este sim único responsável pela fiscalização do orçamento público e imputação de penalidade. Sem entrar no mérito do circo deprimente que antecedeu cada voto, os deputados federais, julgaram a tal “questão técnica” inclusive pela ótica política, e ratificaram o crime da presidente.
O petismo é mais que uma ideologia. É uma seita. É um movimento tão danoso e nocivo quanto o nazismo, que levou a Alemanha à bancarrota por conta de um regime anômalo, que tentou dizimar toda e qualquer oposição mistificando uma figura política forte em nome de um ideal imaginário de sucesso eterno. E, baseando-se nas mentiras recontadas por um ministério da propaganda eficiente, acaba induzindo muita gente a um quadro de esquizofrenia coletiva, com surtos psicóticos que se assemelham aos que vemos por muitos petistas incorrigíveis. Lula, o PT e o petismo são o equivalente tupiniquim ao drama da Alemanha nazista.
Mas, no estertor tardio desse governo debilitante, o que a horda comunista faz, hoje, nada mais é que a repetição das mesmas mentiras que vem sendo contadas desde o fim do governo militar, quando passaram a posar de vítimas de uma revolução armada, violenta e covarde, protagonizada por gente como Dilma e toda a cúpula petista (já presa), cujo propósito exclusivo era o de implantar o comunismo.
De lá para cá, mentiras contadas e recontadas fizeram com que assaltantes de bancos, terroristas e assassinos se transformassem em democratas. Hoje, chamados ao cumprimento dos preceitos democráticos e republicanos, voltam a ser apenas aquilo que sempre foram: um agrupamento de bandidos acusando seus opositores de golpistas.