| Lucas Mendes |
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| Traços, cores, metal... De tudo um pouco há na obra de Pedro Masson, o Filite, cuja exposição começa em Bauru nesta noite |
O impacto das contrastantes obras de Pedro Masson é imediato. Um pouco do que o artista é capaz de produzir pode ser visto a partir desta sexta-feira (6), às 20h, na Casa Ponce Paz de Bauru. A organização é da Secretaria Municipal de Cultura/ Pinacoteca Municipal.
Filite, como Masson também é conhecido, tem 24 anos e é o que se pode chamar de polivalente: seu talento sai do comum a partir do uso de esculturas em metal fundido, argila, além das pinturas nos muros. Desenho também, é claro, está presente. Mas vai além.
Natural de São Carlos e formado pela Unesp Bauru em educação artística, integra a terceira geração de artistas da família. Seu tio e seu avô também se envolveram com o universo da percepção de vida por meio da arte, informam os divulgadores.
Sentimentos
Ainda que utilize materiais sólidos, aparentemente sem vida, como o alumínio fundido, as peças parecem orgânicas. Os rostos de ferro têm expressões singulares. Crânios e borboletas habitam a mesma obra.
Em tempo: os olhos podem demonstrar uma gama de sentimentos, enquanto a borboleta representa o desabrochar, a saída do casulo. Ir mais fundo é uma das buscas de Filite – uma marca, por assim dizer, da inquieta versatilidade desse pintor, escultor e grafiteiro.
Serviço
Exposição de peças de Pedro Masson (Filite): aberta oficialmente nesta sexta-feira, 6-5, às 20h. Depois: de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no período de 9 de maio a 3 de junho. Casa Ponce Paz fica: rua Antonio Alves, 9-10, esquina com a Rua Ezequiel Ramos.
