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O valor da maternidade

Valmor Bolan
| Tempo de leitura: 1 min


Neste domingo, dia 8/05, comemoramos o Dia das Mães. Há certas celebrações do ano que permaneceram no calendário para sempre, com muito boa aceitação entre a população.

De vez em quando aparecem algumas propostas feministas querendo abolir inclusive o Dia das Mães, em nome da autonomia das mulheres. Mas é uma das festas mais queridas e comemoradas pelas famílias, que expressam assim a gratidão para com as mães, em que a maternidade é insubstituível como valor humano, pois é a partir do amor da mãe que o ser humano se constitui pessoa, em sua dignidade.

A maternidade não exclui evidentemente o direito da mulher ao exercício de uma atividade profissional, buscando o sucesso no mercado de trabalho e a prosperidade. O que se torna problemático é quando, em nome desse direito, a carreira profissional suplanta a vocação materna da mulher, sacrifício este que, em muitas situações, pode comprometer a sua dimensão humana. Há algumas feministas radicais que consideram a maternidade um condicionamento cultural, e pregam um libertaríssimo totalmente fora da realidade. Escolher entre ser mãe (ou assumir a maternidade) e a carreira profissional não é uma escolha no mesmo nível. É evidente que o valor da maternidade (de plena humanidade) é mais relevante que o da ascensão profissional, pois a mãe tem a missão de cuidar e preparar o ser humano para a vida.

Que neste Dia as Mães possamos homenagear todas as mulheres que (com imensas dificuldades) abrem mão, muitas vezes, do sucesso profissional para dar conta dos desafios e exigências requeridos para o cumprimento da maternidade, sempre uma nobre missão. Parabéns, especialmente às mulheres que, em várias circunstâncias do cotidiano, vivem a maternidade com heroísmo. Feliz Dia das Mães!

O autor é doutor em Sociologia e Especialista em Gestão Universitária

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