Nesses dias vimos as obras realizadas na avenida Nuno de Assis de forma “provisória ou pontuais” para desafogar e desenrolar um imbróglio entre o DAE e a Stemag. Isso me parece um ato de poder invertido, onde a prefeitura, com medo ou sem recursos legais de cobrar um desfecho entre as partes, assume todos os custos.
Custos esses que em teoria a prefeitura não poderia assumir, com tantos outros problemas na cidade e com o prefeito falando incansavelmente que a cidade não tem dinheiro, qual o sentido?
Me parece que a real administração da cidade é o DAE e a prefeitura tem o papel de tesouraria, Ou seriam as eleições o grande culpado? Nunca saberemos, mas de uma coisa temos certeza: o DAE faz o que quer na cidade e ninguém parece estar preocupado.
Obviamente que o povo irá pagar esses custos.