Tribuna do Leitor

O rastro da destruição

Ivan Garcia Goffi
| Tempo de leitura: 2 min

O autismo que tomou conta do governo há mais uma década chega ao merecido estertor. A gestão petista causou um acidente com politraumatismo, o país segue na UTI com edema cerebral grave e Dilma, ainda assim, anuncia sua luta de uma “democracia” da qual é tão analfabeta quanto Lula, incitando as milícias da CUT, UNE, MST e outros camisas vermelhas, financiados pelo governo, a entrar na luta. É evidente que estamos próximos ao caos social e guerra civil há muito anunciada. Desde Lula, o socialismo parasitário e distribuição de dinheiro para minorias improdutivas já anunciava a tragédia.


O agravamento da crise decorreu do saque endêmico, interminável, audacioso e sistêmico da corrupção, com a implantação de um esquema meticuloso de crimes continuados de Estado, levando-nos à lona. Some-se a isso a falta de gerência nos órgãos públicos, depositário da cumpanherada pelega, que a tempestade perfeita formou-se num horizonte sombrio da república. Esqueça-se aquela balela que servia apenas para liberação de recursos: o Brasil nunca precisou e nunca pregou “reforma agrária”. O discurso embolorado, com mais de 100 anos de atraso, serve apenas ao financiamento da ideologia comunista que, a exemplo dos estatutos das organizações subversivas da década de 60, continua pregando a revolução pelas armas. Esse é o projeto de poder do comunismo do século XXI. Bem vindos ao MST e seus braços da desordem.


O que vemos hoje é o retorno da anarquia e da violência. Sem nenhum pudor, os grupelhos de apoio ao PT não querem manifestar por Dilma, pois poderiam fazer isso com ordem e respeito ao povo (afinal, não era ela quem dizia ser presidente do povo?). Querem é apelar para o terrorismo de famílias, aterrorizar motoristas, interromper o progresso do país, avacalhar com trabalhadores que dependem das entregas aos seus destinos. Promovem a queima de milhares de pneus por ruas e estradas, derretendo asfalto e intoxicando nossa precária atmosfera com uma fumaça que não se recicla no meio ambiente. Aniquilam propriedades rurais, promovem o atraso da ciência, incitam ao fechamento do comércio, ao temor da sociedade civil e à destruição total e banal de qualquer patrimônio que entre em sua alça de mira.


É evidente que isso não poderá ficar sem resposta, e qualquer uma delas sempre será provocada ao conflito máximo pelo extremismo dessa seita esquizofrênica de abestalhados. Esperemos que o novo governo saiba fazer uso da força para assegurar as instituições e garantir a paz social, rotineiramente desprezada por gente que, a exemplo de Dilma e seu séquito do mal no passado, nunca morreu de amores pelos valores republicanos.

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