Caros e raros, hoje estou em um ConFuso Horário, a Geografia não permite Ortografia e nem Caligrafia para dizer o que sinto. Ontem no Estoril, um abraço, hoje, um Espaço... Geográfico, com certeza! No entanto, uma tristeza mais árida que caatinga, que nem de Fabiano e Sinhá Vitória alumiariam a vista, uma solidão de arquipélagos, as legiões choram e as regiões deploram, não há clima! O Estado é mais que de calamidade, é de barbaridade, é de inexplicabilidade, quereria meus olhos Cerrados para não ver o que tenho que ver: a Ausência! A Política está paralítica, as atualidades não veem as cidades, nem as Invisíveis de Calvino!
Os rios vertem o sangue branco de Saramago, os lagos querem secar de tristeza e saudades, os mares nunca dantes navegados, estão flagelados, guiam-se pela lanterna dos afogados!
Rubens, Rubéolo, VickvapoRubens, Rubão, não sei por que você se foi, se se foi para A Terceira Margem do Rio, atino, “Pão ou pães é questão de opiniães”! Se tu foste para um Porto Seguro, será Painho, “visse”? A verdade é que “vou ficar até o fim do dia decorando tua Geografia!” Minhas lágrimas desembocam em teu rumo, vai fazer falta, amigo! “Você deságua em mim, eu Oceano!” Deus contigo. Amigo!