Nasci em 1945. Na infância e juventude pensava em ser cantor, vendo e ouvindo Cauby Peixoto e outros nos filmes nacionais. Em casa, cantava Conceição; Perdão para dois; Prece de amor; Nono mandamento; e outras. Segui vida normal, ensaiando também Nelson Gonçalves, Agnaldo Rayol, Orlando Silva...
Hoje, no banheiro externo (onde posso demorar quanto quiser e incomodar menos os ouvidos da família), ainda relembro o que posso, para ajudar na memória.
Há alguns anos enviei ao Cauby, para São Paulo, exemplares da Revista do Rádio onde ele aparecia. A secretária respondeu, agradecendo. Dele, lembro-me de música que tem o verso “Espera-me no céu, meu coração...”