| Alex Mita |
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| Pela primeira vez em Bauru, o Encontro de Bateras reuniu cerca de 35 músicos de várias cidades |
Pela primeira vez em Bauru, o Encontro de Bateras reuniu cerca de 35 músicos, que tocaram, nesse sábado (21) à tarde, na Praça Rui Barbosa, localizada na região central da cidade. O evento contou com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, que disponibilizou espaço e caminhão de som, e terminou já com olhos em uma segunda edição, mas só no ano que vem. É que adianta o organizador da iniciativa e, claro, baterista da banda Eternal Paradise, Daniel Branco. Segundo ele, a adesão do público foi maior do que esperava e a conectividade dos músicos chegou a surpreender. “Fizemos apenas um ensaio, que ocorreu no sábado passado, na quadra da FIB”, relata o músico.
Além disso, Daniel afirma que a escolha do local foi proposital, já que a praça costuma receber grande movimento de pessoas, inclusive, aos finais de semana. Mas não foi só gente de Bauru que teve a oportunidade de participar da iniciativa. “Os participantes vieram de outras cidades, como Piratininga, Garça e, até mesmo, Itaí”, acrescenta. Conforme o JC já havia noticiado, os bateras tocaram pop rock, samba, funk e dance, além das músicas “Billie Jean”, de Michael Jackson, e “We Will Rock You”, do Queen. “Os bateristas tiveram um dia reservado a eles e puderam se unir um pouco mais. Já a população conseguiu um dia de lazer gratuito, mas com uma atividade completamente diferente, inédita”, defende.
Encontro
Para participar, cada baterista teve de levar a versão reduzida do instrumento, com caixa, surdo, bumbo, chimbal e dois pratos, um de condução e outro de ataque; também tapete, banco e pedal. A iniciativa foi inspirada em eventos semelhantes, mas de outras cidades brasileiras, e o resultado de tantas baterias juntas foi surpreendente. Quem falou sobre a atividade que exerce é o próprio organizador do encontro, Daniel Branco, que toca desde os 7 anos. “Carregar e montar todas as peças exige dedicação, mas tudo é compensado no momento em que estamos tocando. O baterista nem sempre é a cara da banda, mas quando sola a galera vai à loucura, é genial”, disse em entrevista recente ao JC.
