Polícia

Polícia decreta sigilo em caso de garoto de 3 anos levado pela mãe

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 1 min

A Polícia Civil de Bauru decretou sigilo sobre o caso do menino de 3 anos levado no último dia 24 da residência onde vivia com a madrinha, uma mulher de 23 anos, que tem a guarda provisória da criança. Ela acusa a mãe biológica de tê-lo pegado para um passeio e desaparecido na sequência.

Para tentar preservar as vítimas, a Justiça de Bauru também determinou o sigilo sobre o caso. Dias antes da decretação do segredo, o delegado-chefe da CPJ, Dinair da Silva, ressaltou que existem indícios sobre o paradeiro da criança e informações consistentes de que ela está bem.

O caso, até o momento, é tratado apenas como desobediência. Conforme o JC apurou, uma audiência foi realizada anteontem na 1.ª Vara de Família e a juíza responsável, Ana Carla Criscione, decidiu pedir um novo estudo e análise psicossocial para esclarecer as circunstâncias que levaram ao impasse entre as famílias e o vínculo da criança com elas. Procurada pela reportagem, ela informou que não poderia comentar o assunto devido ao segredo de Justiça.

Conforme divulgado, a advogada da mãe biológica afirmou à Polícia Civil que sua cliente sempre teve o intuito de ficar em definitivo com o filho e que a mulher que possui a guarda provisória apenas cuidava do menino para que ela pudesse trabalhar no período noturno.

Já a família guardiã alega que a mãe biológica abandonou o filho e ficou tempo sem dar notícias.

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