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Ministro Fábio Osório fala em 'faxina ética' contra boatos


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No sábado, diante dos boatos de demissão, o advogado-geral concedeu entrevista à Rádio Gaúcha. O tom adotado por ele, no entanto, foi avaliado como “arrogante” e “errático”, o que agravou a crise com a cúpula do governo. 

Após a conversa, ele foi orientado a não conceder mais entrevistas sobre o assunto e a tratar o tema apenas na esfera interna do governo federal. 
Para a emissora de rádio, ele disse ser vítima de “ataque difamatório “ e “especulação mentirosa”. Ele defendeu ainda que o governo interino apure a origem dos boatos e faça uma espécie de “faxina ética” para descobrir a origem deles. 

“Eu tenho a convicção de que a cúpula do governo vai apurar de onde partiram esses ataques e vai fazer uma faxina ética dentro da administração, porque tenho convicção é de os ataques partiram de algum lugar que não tem compromisso ético”, disse. 

O ministro avaliou que a especulação ocorre no momento em que a AGU ajuizou ações contra empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção na Petrobras na ordem de R$ 12 bilhões e defendeu a viagem que fez a Curitiba para participar de evento de cooperação do governo federal com a Operação Lava Jato. 

“Quando se desagrada interesses de poderosos, a estratégia é desconstrução moral”  disse. 
Ele afirmou ainda que não houve uma derrota em relação a EBC. 

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