Esse nosso país que não é nação, como cantou Renato Russo, surpreende a cada dia. E não é positivamente. Terrível observar o noticiário e ver que o mesmo agente que conduz acusados da Lava Jato é ele próprio, até então símbolo do braço da lei, um suspeito de crime. E pior, ainda, é notar que as velhas raposas, cercadas e amparadas pelo baixo clero, seguem no comando do nosso Congresso Nacional.
Sem contar o presidente interino, Michel Temer, que (tudo sugere) teme comentar denúncias que recaem e pesam nos ombros de alguns dos maiores caciques peemedebistas. Não sei o que dizer aos sobrinhos. Só espero, sinceramente, que o pesadelo acabe um dia e toda essa gente horrível suma do mapa.