| Fotos: Samantha Ciuffa/Reprodução |
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| Apaixonado pelo time, Genival Batista usou boné do Santos no assalto a hotel; Logo abaixo está a foto dele com a tatuagem no sistema da Polícia Civil, que ajudou no reconhecimento |
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| Rogério Vasconcelos, o Gago, acabou preso na sequência das investigações |
A paixão por um time de futebol levou um homem, acusado de roubo, a ser preso nesta semana em Bauru. O boné de torcedor que ele não deixou de usar nem durante o crime, cometido em maio em um hotel no Centro de Bauru, foi a principal pista da Polícia Civil para identificá-lo.
Além do boné, Genival Batista, 51 anos, conhecido como Paulão, ostenta a paixão pelo Santos Futebol Clube por meio de uma tatuagem em um dos braços. Como ele já havia sido preso por furtos, roubos e até latrocínio, a marca constava nos registros policiais.
Ao ver que o criminoso estava com o boné do time no assalto ao hotel, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) fez um levantamento dos criminosos já fichados que batiam com o perfil e, claro, que torciam pelo Santos. Lá, encontraram Genival e sua tatuagem.
O registro fotográfico do suspeito foi confrontando com as imagens das câmeras de segurança e a identificação confirmada. Na delegacia, o acusado também acabou reconhecido por uma vítima.
Genival não confessou o crime, mas confirmou que esteve no hotel e a veracidade das imagens. “Não temos dúvida que se trata dele”, afirma o delegado Eduardo Herrera, titular da DIG.
outro preso
Na sequência das investigações, Rogério Vasconcelos, 35 anos, vulgo Gago, que usava touca na hora do crime, também foi identificado. Ele foi preso e reconhecido nessa terça-feira (14).
Vasconcelos tinha passagem por furto e confessou o crime. “Ele disse que eles roubaram para trocar em droga”, comenta Herrera.
O crime
O assalto ocorreu por volta das 23h30 do dia 14 de maio. Na ocasião, o recepcionista do hotel, de 65 anos, foi abordado por duas pessoas, uma delas fazia menção de estar armada. A ação durou alguns minutos e a vítima teria sido chutada nas costas por um dos acusados.
No momento do crime, o hotel estava cheio de hóspedes, e mesmo assim, os assaltantes se contentaram com R$ 80,00, um celular e um relógio. “Não restaram dúvidas de que era crime ligado ao vício. Agora, buscamos outras possíveis vítimas que eles possam ter feito no Centro em ocasiões anteriores”, finaliza o delegado.
A DIG recebe denúncias por meio do (14) 3235-6500, de segunda a sexta, e pelo Disque Denúncia 181, que funciona 24h. O anonimato é garantido.
| Samantha Ciuffa |
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| Eduardo Herrera explica que crime foi para adquirir drogas |



