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Dilma deve depor no próximo dia 6 de julho


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Um novo calendário aprovado pela Comissão Especial do Impeachment do Senado nessa quarta-feira (22) posterga em uma semana a conclusão do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Pelo cronograma atual, o plenário do Senado fará no dia 9 de agosto, e não mais no dia 2 do mesmo mês, a votação do parecer prévio (chamada de “pronúncia”) da comissão sobre as acusações contra a petista.

A partir desta data, se a maioria simples dos presentes aprovar o parecer, há um prazo de até 48 horas para que a acusação apresente o chamado libelo acusatório, e outras 48 horas para que a defesa da presidente afastada se pronuncie.

Depois, o julgamento final tem de ocorrer em até dez dias. Ou seja, mantido o plano, senadores avaliam que Dilma deve ser julgada a partir da semana do dia 22 de agosto - nesta etapa, são necessários ao menos 54 votos para a petista ser afastada definitivamente.

De acordo com o calendário, Dilma poderá depor no dia 6 de julho na comissão, e não dia 5, como havia dito anteriormente o presidente do colegiado, Raimundo Lira (PMDB-PB). Ela não é obrigada a comparecer. O advogado da petista, o ex-ministro José Eduardo Cardozo, disse que ainda está em análise qual caminho será adotado.

 

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