Em “Procurando Nemo” (2003), uma personagem muito carismática roubou a cena: Dory. A peixinha agradou tanto ao público que a Disney/Pixar decidiu dedicar um filme inteirinho a ela. “Procurando Dory”, que chega nesta quinta-feira (30) aos cinemas de todo o País, é mesmo uma overdose de fofura, que promete satisfazer toda a família.
No longa, Dory aparece ainda bebê. Ela é orientada pelos pais a informar seu problema de esquecimento. Por isso, diz a todos: “Oi, meu nome é Dory. Eu sofro de perda de memória recente”. Em uma das cenas, ela tenta brincar de esconde-esconde com os pais. Dory tem de contar até dez enquanto eles se escondem, mas, quando chega ao número quatro, ela se esquece do que estava fazendo. “Areiaaa... Eu gosto de areia. Areia é macia”, dispara ela.
Apesar de terem se passado 13 anos desde “Procurando Nemo”, no filme de Dory, a peixinha aparece um ano após ter ajudado Marlin a encontrar seu filho, Nemo.
Desta vez, é ela quem precisa de ajuda. Apesar da memória falha, Dory tem flashbacks e lembra dos pais, de quem se perdeu ainda criança.
Ela, então, sai em busca deles, mas se perde no meio do caminho e se esquece de seu objetivo inúmeras vezes. Até que, por acaso, reencontra Marlin e Nemo no oceano. São eles quem vão ajudá-la nessa missão.
Desempenho
Nos Estados Unidos, o filme da Pixar faturou milhões de dólares no primeiro fim de semana de exibição, ultrapassando o recorde de “Shrek Terceiro” (2007) e se tornando a maior estreia de animação de todos os tempos.
Dirigida por Andrew Stanton e Angus MacLane, a produção volta no tempo para mostrar os primeiros anos de Dory. Desde pequena, ela sofre de perda de memória recente e se perde dos pais ainda durante a infância. Dory passa, então, a nadar sozinha. Daí em diante a aventura se concretiza – com muita animação.