Tudo começa no boteco do Mané, entre uma cerva e um rabo de galo, regado a uma porção de torresmo com limão, dois pacatos cidadãos travam um diálogo sobre o momento Brasil! Numa mesa de bar, que loucura, loucura minha gente, não sei se foi o céu que desceu ou a terra que subiu, mas, vamos lá! - Ô, Zé, diz pra mim, por que tudo tem que ser assim, pergunta o Joaquim. Assim como, Joaquim?
Aprovaram um déficit fiscal de 178 bilhões, diante dos 92 bilhões. Aprovaram um aumento de até 41% para o Judiciário. Aprovaram a contratação de 14.500 funcionários nas mais variadas áreas (cadastro de espera). Aprovaram um aumento significativo do bolsa família.
Aprovaram o calote dos Estados por 6 meses. Aprovaram uma ajuda ao estado do Rio. Concederam uma benevolência ao Simples Nacional. Poxâ, Zé, tudo isso, diante de um cenário profligado! É de tirar o chapéu para o ministro da Economia, Oscar de economia, na certa! Sem fazer o trivial, feijão com arroz, pois o preço está nas alturas!
Transfigurado de camaleão, o personagem incorporou “Lobo mau e chapeuzinho vermelho” vermelho! Ou seria “Ali Babá e os 40 ladrões” (ou seria muito mais!), diante da fala de Sérgio Machado com Renan Calheiros, que apenas 5 salvariam-se do Tsunami da corrupção, não definindo, se seriam da mão esquerda ou da mão direita, um cenário vergonhoso! - Joaquim, vamos esquecer esse imbróglio, pois tem banana comendo macaco! Acorda, democracia, pois os ratos estão na moda e não é carnaval! - Ô, Mané, traz a saideira!