Sim, infelizmente no mundo hoje não se consegue mais chegar a essa hegemonia. Segundo os noticiários escritos e falados, sendo a corrupção um cancro milenar, e crises, segundo a história econômica, devido ao crescimento populacional e subsistencial, e as mesmas terem as suas origens lá pelo século XIX, anos 1803 e 1815, sequenciais, o Brasil vê-se mergulhado nelas. Então, é importante que nos unamos para tentarmos driblar a crise que nos atinge.
Como brasileiros, nos cabe cuidar do nosso País. É importante, por exemplo, hoje sermos críticos. São 35 partidos políticos atuantes, partindo do preceito constitucional de que “todo poder emana do povo que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente nos termos desta Constituição”. Artigo 1º, parágrafo único, o voto é a nossa melhor arma, porque estamos em um estado de direito democrático, liberdade de expressões e ir e vir.
É importante que os senhores presidentes de partidos, seus diretórios, escolham e nos apontem candidatos com ilibada idoneidade política administrativa, com gestão proba em administrar o estado em geral, que é o país, seus estados e municípios, e que estes tenham também pessoas capacitadas para legislar nas Câmaras e seus ministros e secretários também competentes. Porque os tributos para essa gestão saem do povo e devem retornar em forma de benefícios importantes que são a educação primeira, a saúde, o transporte e todas as demais infraestruturas necessárias.
Que esses tributos não sejam escorchantes e vexatórios, inibindo, no caso, o empresariado de investir, eles que têm a fonte geradora de riquezas, produção e emprego. A agricultura, fonte de nossa principal alimentação, deve ser recuperada. Essas forças unidas trarão mais recursos em forma de mais tributos, sem precisar aumentá-las em números e alíquotas. A máquina pública não pode ser inchada, apesar de ela ser também um bem necessário ao país, dentro do limite necessário a cada setor.
Me perdoem, não estou tecendo críticas a quem quer que seja, apenas tentando ser útil, porque temos família e lutamos para que o Brasil possa continuar a ser um país melhor para se viver. O meu respeito ao JC ao ceder-me um espaço nesta coluna, e aos caros leitores, e suas respeitadas opiniões.