Lendo a carta ‘Parabéns Bauru’, editada dia 03 nesta coluna, o leitor é daqueles que não acreditam no ditado popular ‘Pau que em Chico dá em Francisco’. Nós, bauruenses, temos que ter a memória viva sobre a questão da corrupção, até porque essa cidade já presenciou a prisão de um prefeito corrupto e no nosso cotidiano, quando olhamos para nossa estação ferroviária abandonada, a indignação toma conta do nosso bom humor e esse estado de abandono tem nome (corrupção).
A destruição do maior polo ferroviário da América Latina, que foi responsável por milhares postos de trabalho na região, sendo a Estrada ferro Noroeste a mais atingida por predadores humanos, onde produziu a maior lambança gerada por maus funcionários, gestões militares com divisa de general, os bauruenses nascidos nas décadas 40, 50... lembram muito bem da pujância que era essa cidade por conta do fomento de um sistema de transporte que jamais poderia ter fim, tudo por conta da corrupção instituída nesse país. Portanto, houve aqui um laboratório de mal feito com o dinheiro publico.