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Transparência, sustentabilidade forte e altíssima competitividade

Alessandra Sacomani e Sidney Aguiar
| Tempo de leitura: 2 min

Nos últimos tempos, temos observado no Brasil uma enxurrada de situações envolvendo grandes empresas estatais e privadas em escândalos de corrupção de grandezas gigantescas. Difícil um dia em que não encontramos este tipo de notícia estampada nos jornais. Todas essas situações poderiam ser evitadas se as empresas tivessem em seus negócios algo que é fundamental em qualquer ramo corporativo e pessoal: transparência. Nesses casos, a falta de transparência no ambiente corporativo derruba ações, desvalorizam as marcas e as empresas envolvidas nesses escândalos perdem mercado. O caso mais visível dessa falta de transparência é da petroleira brasileira, que foi usada como ferramenta de pessoas corruptas e inescrupulosas, com intuito de enriquecimento ilícito, suas ações superdesvalorizaram e a sua marca, que outrora era forte, infelizmente hoje é vista como a personificação da corrupção no meio corporativo.       


A transparência empresarial é fundamental para uma boa gestão e aumento de competitividade, pois produz relatórios estratégicos sobre a saúde financeira da empresa, responsabilidade socioambiental e sua prospecção no mercado, principalmente a consolidação da sua marca, atraindo assim olhares de investidores. Onde, atualmente, com a globalização da economia e o aumento do fluxo de informações, este tema tem repercutido cada vez mais no mundo corporativo. O ótimo exemplo da construção de uma marca corporativa forte e estável vem de uma das maiores empresas brasileiras do ramo de madeiras com plantas industriais no interior paulista, uma delas no município de Agudos, na região de Bauru, que está entre as três marcas empresariais mais conhecidas.


A Duratex foi eleita em 2016 como a empresa mais transparente do Brasil pela Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade), na categoria de companhias com receita líquida de até 5 bilhões, possuindo em seu “Know How” uma vasta contribuição ao compromisso ético de sustentabilidade dos seus negócios com seus “stakeholders” em suas áreas de abrangências corporativa, desde as primeiras décadas de atuação. O compromisso ético e moral da empresa desde a fundação na década de 1950 e passando pela aquisição da antiga CAFMA-Freudenberg de Agudos sempre foi pautada pela transparência e ética na condução dos negócios.

    

Ao adquirir a antiga Companhia Agroflorestal Monte Alegre, de Richard Freudenberg, no final dos anos de 1980, a Duratex potencializou a sua vocação sustentável e transparente. Muito diferente de alguns métodos de “marquetagem” corporativa, a empresa realmente apoia iniciativas que visam o bem comum das comunidades do entorno, agindo com integridade e buscando excelência, muito diferente de outras que obstrui ações regionais de gestão ambiental direcionadas a coletividade.


A transparência corporativa é feita com realizações práticas e palpáveis tanto por atos corporativos morais, sociais e ambientais. Somente dando esses bons exemplos corporativos é que o Brasil será um País livre da corrupção na política partidária e empresarial. Empresas transparentes são organizações sólidas, rentáveis, bem quistas por todos e que geram credibilidade, aliando proximidade e flexibilidade no relacionamento extra corporativo.


Os autores, Alessandra Sacomani é economista e Sidney Aguiar é especialista em sustentabilidade e colaborador do JC.

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