Caro editor, iniciei, há poucos dias, involuntariamente, uma polêmica quando comentei uma crônica do professor Cesar Augusto, assíduo frequentador desta seção do jornal. Assinalei que as críticas aos militantes petistas eram sectárias e persecutórias, uma vez que fixavam na criminalização do partido e esqueciam a participação dos demais partidos e de seus líderes que, da mesma forma, comentem os mesmos erros e desvios do PT. Como esperava, recebi o “troco” em nova manifestação, na edição de 23/08.
Todos os fatos citados pelo missivista são verdadeiros. Fazem parte dos erros que eu havia indicado.
Eu também defendo o futuro dos meus filhos e netos. Quero que neste futuro esteja, também, os filhos das empregadas domésticas, dos varredores de ruas e dos vigilantes que protegem o meu patrimônio e sono enquanto durmo “protegido” dentro dos muros do condomínio em que moro. Não pretendo dar continuidade à contenda. Aprendi, muito cedo, com um dito popular, que “galinha que acompanha pato morre afogada”. Esperava, com meu comentário, contribuir para arrefecer o ódio e a intolerância que campeiam por esta seção. Creio que falhei.