| Divulgação |
| Ao lado, cópia da revista Rolling Stone de julho e o trecho do texto ‘Nova Etapa, Velhos Desafios’ com banda Legalê |
Com o grande sucesso de seu CD “Esquina do Mundo”, a banda Legalê, de Bauru, foi reconhecida por uma das maiores revistas de entretenimento do Brasil, a Rolling Stone.
Na edição comemorativa de 10 anos, a banda esteve presente contando um pouco da sua trajetória, conquistas e experiências no mundo da música.
O grupo é formado por Vinícius Costa (voz), Rodolpho “Cabelo” Carazzatto (bateria), Felipe “Punk” Atta (guitarra), Lucas “Carneiro” Virmond (guitarra) e Lucas Penna (baixo) e está bem acostumado a tocar junto (desde a infância, afinal).
Hoje, acumula a experiência de abrir shows para artistas como Criolo, Mundo Livre S/A e também já passar por grandes eventos como o Red Bull X-Fighters, Festival Universo Paralello e Virada Cultural Paulista.
Independente
Há 13 anos na correria e atualmente sediada em São Paulo por necessidades de estúdio, a banda sabe das dificuldades do mundo musical e a matéria na revista, em julho, foi a oportunidade perfeita para divulgar o nome, gerar motivação enorme aos integrantes e ter o trabalho reconhecido nacionalmente.
“Por a gente ser uma banda independente, sabemos das dificuldades com tudo e, para termos conseguido aparecer nessa revista, é porque eles realmente gostaram da nossa música”, disse o baterista Rodolpho Carazzatto.
Turnê e divulgação
Sem economizar na energia e no empenho, a Legalê está na correria para as próximas turnês, novas músicas e clipes que serão lançados ainda este ano e no seguinte.
Com uma previsão de turnê em outubro pelo Estado de São Paulo, a banda passará por diversas cidades do interior, como Campinas e Araçatuba, e confirmou também que Bauru estará no roteiro.
A banda ainda estuda alguns festivais onde possa se apresentar no Sul ou na Bahia, mas mesmo sem essa certeza garante que tem muita situação boa por ocorrer.
“Fiquem ligados com a gente: tem muita coisa ainda para acontecer e muita coisa nova que está por vir”, finaliza Rodolpho Carazzatto.