| Paulo Franco/Divulgação |
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| Grupo esteve na frente do prédio da CPFL e na agência do Banco do Brasil |
Assentados ligados ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizaram ontem protestos em frente às agências do Banco do Brasil e da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), localizadas no Centro de Agudos (13 quilômetros de Bauru).
As manifestações foram pacíficas e tiveram início por volta das 11h. Segundo a Polícia Militar (PM), no caso do Banco do Brasil, o grupo, formado por cerca de 50 pessoas, pleiteava concessão de linhas de crédito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
Em relação à CPFL, manifestantes cobravam ligação de energia elétrica para lotes do assentamento Rosa Luxemburgo, na antiga Fazenda Agrocentro. De acordo com a PM, os protestos terminaram por volta das 15h30, depois que o grupo foi recebido por representantes das duas entidades.
Em nota, a assessoria de imprensa da CPFL Paulista informou que dois representantes da distribuidora esclareceram aos moradores do assentamento que a ligação dos lotes está sendo executada e que tanto o projeto como a instalação das redes de distribuição serão iniciados em breve.
“A reunião com os representantes dos moradores do assentamento foi marcada por um clima respeitoso, pacífico e não afetou o atendimento aos demais clientes da agência de atendimento da CPFL Paulista”, declarou. O JC não conseguiu acionar a assessoria de imprensa do Banco do Brasil.
Pista interditada
Também na manhã de ontem, um grupo do MST fechou parte da rodovia Transbrasiliana (BR-153), em Promissão (120 quilômetros de Bauru). O protesto começou por volta das 10h e os manifestantes usaram até maquinas agrícolas para interditar o trecho na altura do quilômetro 151. A pista foi liberada no meio da tarde.
