Em noite de comemoração, a Orquestra Sinfônica Municipal abre as portas do Teatro Municipal (av. Nações Unidas, 8-9) nesta quinta-feira (22), para deixar ecoar os sons e despertar os sentimentos, como vem sendo feito em sua trajetória de 12 anos de existência.
O Concerto de Aniversário da Orquestra tem início às 20h, com entrada gratuita e arrecadação de produtos de higiene pessoal (tais como pasta de dentes, sabonete e desodorante) ou caixas de leite, em prol do Instituto Paiva – que estará recebendo a corporação no dia 28/09, às 15h.
Com 12 anos de existência, a Orquestra Sinfônica Municipal de Bauru é formada por cerca de 70 músicos, que recebem um auxílio mensal da Secretaria Municipal de Cultura, que também mantém a Banda Sinfônica Municipal. É um grupo jovem, dinâmico e apaixonado por música erudita.
Para a apresentação desta noite, três crianças do grupo de musicalização infantil participarão, juntamente com mais seis jovens que vão estrear junto com a corporação. Eles vão executar duas músicas de dois dos maiores compositores da música erudita: “The Best Bach”, do próprio J.S. Bach e “Divertimento”, de Wolfgan Amadeus Mozart. Em seguida, a Orquestra continua com “Nobucco Overture”, de Giuseppe Verdi e a Sinfonia Nº 5, “A Reforma”, de Felix Mendelssohn.
“O repertório desse Concerto já é da Orquestra e pra esses jovens nós preparamos algumas peças mais simples, relativamente de menor dificuldade, para que eles possam tocar junto”, diz Paulo Marcos Gomes Pereira, o maestro da Orquestra.
Uma trajetória que se renova
O repertório do grupo é especialmente selecionado para contribuir com a formação cultural do público e dos próprios músicos da orquestra – jovens na sua maioria. Mesclando peças mais eruditas com as populares. Mozart, Beethoveen, Tchaikovsky, Pixinguinha, Hans Zimmer, Ennio Morricone e Arturo Márquez estão entre os compositores que passaram pelo repertório. “Para gente é muito importante ter esse desenvolvimento dos jovens, formando novos músicos. A renovação é algo constante e essa transição tem que ser natural”, opina Paulo Pereira.