Há mais de 6 anos tenho cultivado plantas ornamentais e árvores nativas e frutíferas em frente à minha casa, na rua São Thome, Redentor II, em Bauru, e quando elas (plantas) começam a se desenvolver (hibiscos de vários tipos, sementes de flores etc), vem aquela turminha da Semma com suas máquinas destruidoras (parece que só tem orientação para cortar capim), pois não sabem distinguir o que é uma planta, inclusive o encarregado. Toda vez que por aqui passam, destroem tudo, tornando o trabalho de molhar essas sementes quando germinam até se desenvolverem (ou tentarem, né?!).
Um funcionário do DAE passou e me viu aguando as plantas, me deu a ideia de ir até a Semma pedir para instalarem uma torneira no terreno, afim de que eu economizasse no gasto da água, pois a Semma pagaria. Agora, nem que me deem sementes, mudas, não me interessaria em continuar, pois todas as vezes que a equipe por aqui passa, peço para não mexerem no meu jardim, pois sempre cuido, plantando, conservando, varrendo as folhas etc e eles destroem todo o serviço. Chega, parei!