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Alckmin nega ter loteado governo em troca de apoio para Doria


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Acompanhado do candidato tucano à Prefeitura de São Paulo, João Doria, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) votou por volta das 10h, nesse domingo (2), em um colégio particular no Morumbi, zona sul da capital. Ele negou ter loteado seu governo em troca de apoio à candidatura do empresário nesta eleição e minimizou o racha causado no PSDB paulista com a escolha de Doria.

"A prévia não divide, ela escolhe. Você sempre tem de escolher e pode escolher em um grupo pequeno ou pode ampliar a escolha. Nós sempre defendemos ampliar a escolha. Foram mais de 20 mil filiados. Quando você ouve mais, erra menos. O resultado está nesta campanha", disse Alckmin, após votar no Colégio Santo Américo, no Morumbi, acompanhado de Doria e de sua mulher Lu Alckmin.

No veículo em que o governador chegou ao local de votação também estavam políticos e secretários de Estado do PSDB e de partidos aliados, como PP e PHS, que assumiram cargos no primeiro escalão do governo Alckmin após fecharam aliança em torno da candidatura de João Doria.

O suposto loteamento da máquina do Estado para fins eleitorais é alvo de ação do Ministério Público Eleitoral. Segundo Alckmin, a relação entre os fatos "é zero".

Alckmin minimizou as críticas feitas a ele e a Doria pelo ex-governador Alberto Goldman (PSDB) e negou que o racha no partido possa prejudicar uma possível candidatura sua à presidência da República em 2018.

Após votar, Alckmin seguiu com Doria e aliados para uma missa na Paróquia Santo António do Caxingui.

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