Treze chapas de candidatos à Câmara Municipal concorreram à eleição do último domingo (2). Quatro delas, no entanto, não elegeram representantes ao parlamento de Bauru por não terem alcançado o chamado quociente eleitoral: as do PSDB, do PSOL e das coligações PMB/PTN e PHS/PSL.
O quociente resulta da divisão dos votos válidos (167.166) pelo número de vagas no Legislativo (17). Este número, que foi 9.833 nesta eleição, define a quantidade de votos mínimos para que um partido ou coligação eleja ao menos um vereador.
Como PSDB, PSOL, PMB/PTN e PHS/PSL não atingiram esse patamar de votos, candidatos muito bem votados de três dessas chapas não garantiram suas cadeiras. Foram eles Toninho Garms (PSDB), que obteve 2.121 votos; Roque Ferreira (PSOL), com 3.332; e Roberval Sakai (PMB), com 3.996.
Em função do alto número de abstenções e votos nulos e brancos, o quociente eleitoral em Bauru despencou na comparação com a eleição de 2012, quando ficou em 10.670.
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