Já estamos em pleno horário de verão, desde a zero hora do dia 16 de outubro, e ele vai durar 126 dias, ou seja, até 19 de fevereiro de 2017. A previsão do governo é de que haja economia de 4% a 5% no consumo de energia no período. A medida entrou em vigor a 0h do domingo de outubro e vai até o terceiro domingo de fevereiro seguinte. Parece coisa simples e até aceita pela maioria, mas pode ser prejudicial à saúde, segundo dizeres de vários médicos geriatras, biólogos etc... O nosso organismo, ou melhor dizendo, nosso relógio biológico, virou de cabeça para baixo... Nosso organismo é uma engrenagem muito delicada e depois de desregulada causa males a curto prazo, que se tornam irreversíveis. E vejam bem: aqueles que são amantes desse que se chama "horário de verão". "Ele foi instituído pela primeira vez no Brasil no verão de 19 de novembro de 1931 a 1932 e foi restaurado por Sarney, o ex-presidente Fernando Collor continuou, o "topetinho" Itamar Franco determinou, nosso ex-presidente Fernando Henrique decretou e o ex-presidente Luiz Inácio da Silva (Lula) assinou para continuar esse sistema desnecessário. Agora, o novo presidente, Temer, decretou.
Depois vem aquele "cidadão" que se diz "mais vivido e viajado" dizer que este comentarista nunca viajou para sentir o "fuso horário" e que o horário de verão é para se evitar "blackout" e não para se economizar dinheiro (ou dólar, como queiram).
Talvez ele desconheça que no Brasil existe a maior hidroelétrica do mundo, bi-nacional, que se chama Itaipu, produzindo 500 bilhões de KWH. E, que dentro de um ano, atingirá a marca de 1 trilhão de KWH (mega-watts) com a ativação das 18 turbinas.
Para nós, esse horário de verão é mais político do que alguém quis insinuar: "blackout".Agora, perguntamos: Se é para o bem da Nação e da coletividade, por que uma hora? E não duas ou três horas? Respondam os peritos no assunto.